Analisando o projeto do Metro Paulistano; Higienópolis não precisa de estação.
Entendendo que haverá outra 600 metros a frente, duas estações coladas seria jogar dinheiro fora.
Infelizmente transformaram a discussão em guerrinha de classe social.
Um bocó (Petralha?), marcou um churrasco pela internet associando pobreza com alcoolismo, farofa, estupidez e desordem.
E isto não é preconceito?... Comportamento e civilidade, duas palavras que fazem muita falta no Brasil.
Turistas brasileiros elogiam as redes de metrô na Europa e nos Estados Unidos. Preferem hospedar-se perto de uma estação, por conforto.
Aqui você é jogado pra dentro do vagão; quando não é assaltado nos arredores das estações.
Essa semana no Rio foi inaugurado o arrastão ao metrô. Já pensou se a moda pega?
Entendo a recusa de algumas pessoas, em não querer baderna no seu bairro civilizado; aliás, quem não quer civilidade nas cidades, nos estados e no Pais inteiro?
Afinal (Ainda), vivemos numa Democracia, e as pessoas tem o direito de se expressar, reivindicar e protestar, ou só os Ptralhas podem fazer isto?
Alias, uma coisa que me espanta como carioca que sou, é como a imprença Paulista detesta as pessos da chamada Elite, aquela que paga impostos, trabalha honestamente, é civilizada e culta.
Se apegaram em 2 duas palavras infelizes (gente diferenciada), de uma pessoa que não representa o pensamento de uma comunidade inteira, para condenar esta mesma comunidade.
Cá entre nos, gente diferenciada neste Pais são os Ptralhas e os que os são convenientes com eles.
Agora o que não entendo é a atitude de outras pessoas, ao achar que levando baderna e bagunça a um bairro civilizado, estarão protestando, numa espécie de defesa do pobre.
Talvez mudando a nossa cultura do bagunçismo, desogarnização, anarquismo e jeitinhos, algumas pessoas mudem de opinião e passem a aceitar e até reivindicar, o metrô na sua porta.
* Fonte: jornais de São Paulo e o Mêtro Paulistano.

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