Marcus Alcoforado
Esta semana nos trouxe, oficialmente, a notícia de que nestes primeiros meses de governo, dona Dilma - a presidenta - nos "presenteia" com um IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) de 6,51% no acumulado dos últimos 12 meses, segundo pesquisa divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
O resultado, óbvio, extrapola a meta do governo, embora saibamos que sob a batuta torta de Mantega, meta é chute e o chute é sempre para fora.
Mas o ministro, escorregadio como quase sugere seu sobrenome, nos vem com uma "estória" de que "sua meta" prevê dois pontos de tolerância (6,5%).
Mas este nosso país é o paraíso da tolerância. Toleramos as mentiras ( ele chama de bravatas ) de Luiz da Silva, toleramos o abuso de poder dos petistas, toleramos o mensalão petista ( o maior escândalo da história republicana ), toleramos os constantes superfaturamento e desvios em obras do governo ( segundo o TCU ) e, por fim, lembremos, toleramos a imposição de uma candidatura, politicamente inapta e administrativamente inexpressiva, à presidênca da República.
Taí o que nos legou Lulapttralha da Silva. Um país mal administrado, que se segura graças às exportações para China e a postura profissional e punjante do agronegócio, tão combatido pelos petistas.
O povo parece já estar se acostumando com convera fiada de político e da imprensa esquerdista.
Esta semana também proclamou-se como histórica uma decisão do STF sobre a relação estável homoafetiva, como se fosse esperar outra decisão de um Tribunal sempre em harmonia com o executivo, poder este que através dos seus expoentes de nulidade, a exemplo de Marta Suplicy, incluem-se na claque e patrocinam a causa no legislativo.
Que histórica que nada! Históricas foram as decisões dos magistrados que em diversos Estados do Brasil, decidiram com coragem, em primeiro grau, o que o STF o fez, agora, em última instância. Ao STF coube a pompa e circunstância, com direito a transmissão ao vivo e "desmunhecadas" mil.
A semana termina com protestos, em todo país, contra o aumento exorbitante dos combustíveis. É incrível, mas é verdade: o preço da gasolina no Brasil é o dobro do Paraguai, com o agravante de que o país vizinho não produz uma só gota de petróleo.
Mas os protestos são brandos. Daqui a pouco todos estarão adaptados aos novos preços dos combustíveis, sacrificando suas economias pessoais, mas com as atenções voltadas para o desarmamento da população ordeira em razão do novo programa de desarmamento do governo.
O governo não lança um programa de desarmamento dos bandidos. Não efetua uma política de efetivo controle e policiamento nas fronteiras visando coibir o contrabando de armas, mas quer desarmar a qualquer custo ( vide Fux ) o cidadão decente que não dispõe da proteção do Estado haja visto os indíces de crimes, em todo território nacional, contra o cidadão e seu patrimônio.
Mas para muitos, sobretudo para grande parte da imprensa, dos políticos e da classe artística, onde predominam o boiolismo e o esquerdismo, o importante "é ser feliz" e usufruir do sabor e da frescura do poder.
(Quanto ao povo? Ah, este já não se entende. Outrora, tão safo, de repente, sifu!)

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