20 de julho de 2015

Lula delira, pede a suspensão do Inquérito e ainda requer sanções contra o Procurador

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Lula desesperado e desenganado do dia>>>>
Não basta ter literalmente 'odebrechado' os cofres públicos, tem que dar uma de 'imperador' da cachaça e pedir a suspensão do inquérito contra ele e ainda requerer punições contra o Procurador que o enquadrou!
Desta feita, dá para ver o tamanho do desespero do Molusco 51...
***A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entrou com reclamação nesta sexta-feira (17) no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) pedindo a suspensão de inquérito aberto pelo Ministério Público Federal para investigar o petista. A reclamação também pede a abertura de procedimento contra o procurador que abriu a investigação. Não há prazo para a análise do documento no conselho.

A Procuradoria da República no Distrito Federal abriu nesta quinta-feira inquérito para investigar suposto tráfico de influência internacional do ex-presidente Lula para favorecer a construtora Odebrecht, uma das empreiteiras investigadas na Operação Lava Jato.
“Diante do espanto da abertura de um Procedimento Investigatório Criminal (PIC), sem nenhum indício de crime [...] os advogados de Lula apresentaram uma reclamação disciplinar ao CNMP, para requerer apuração da conduta do procurador Valtan Timbó Mendes Furtado, autor do pedido de abertura do PIC contra o ex-presidente. A representação pede a suspensão do inquérito, abertura de sindicância e processo administrativo disciplinar referente às atitudes de Furtado”, diz a nota do Instituto Lula.
A assessoria de imprensa da Procuradoria informou que o procurador Valtan Timbó Mendes Furtado não foi notificado e não deverá comentar a representação.

Na análise dos advogados de Lula o procurador Valtan Timbó Mendes Furtado teria interferido em apuração conduzida por outra procuradora, Mirella Aguiar, que está de férias. "O Instituto Lula tem colaborado e prestado todas as informações solicitadas pela procuradora Mirella de Carvalho Aguiar", diz a nota.
Para a defesa, houve “violação dos deveres funcionais” por parte do procurador, que, na visão dos advogados de Lula, ao interferir na apuração preliminar conduzida pela procuradora titular do caso, desconsiderou prazos e instâncias do próprio Ministério Público. ***(As informações são de G1)
IMPRENSA MUNDIAL REPERCUTE INQUÉRITO CONTRA LULA
http://folhacentrosul.com.br/geral/8339/lula-delira-pede-a-suspensao-do-inquerito-e-ainda-requer-sancoes-contra-o-procurador

19 de julho de 2015

Como Lula deixou Collor mais rico. Com Rolls-Royce e tudo mais.

VEJA capaA VEJA desta semana apoteótica em que “sensacionalistas são os fatos”, como diz a revista, têm Fernando Collor de Mello, Eduardo Cunha e Lula na capa, os três atualmente sob investigação.
A reportagem sobre Collor detalha como ele foi aceito no pomar mágico dos petistas, com a bênção de Lula.
Reproduzo um trecho, que começa descrevendo a Operação Politeia, deflagrada na terça-feira (e acrescento a imagem que já havia publicado aqui):
“No episódio mais emblemático da ação, os agentes devolveram ao noticiário político-policial a antológica Casa da Dinda, a residência do ex-presidente Fernando Collor, cenário do escândalo que, nos anos 90, levou ao primeiro impeachment de um presidente da República.
Os policiais apreenderam documentos, computadores e três carros de luxo da frota particular do atual senador: um Lamborghini Aventador top de linha (3,5 milhões de reais), uma Ferrari vermelha (1,5 milhão de reais) e um Porsche (700 000 reais). Nem o bilionário empresário Eike Batista em seus tempos de bonança exibia modelos tão exclusivos – e caros.
Collor, até onde se sabe, é um empresário de sucesso. Sua família é proprietária de emissoras de televisão e rádio em Alagoas, terrenos, apartamentos, títulos, ações, carros… A relação de bens declarados pelo senador soma 20 milhões de reais, o suficiente para garantir vida confortável a qualquer um.
Collor, apesar disso, não resistiu à tentação e adentrou o pomar petista. Em 2009, ele assumiu a presidência da Comissão de Infraestrutura do Senado. Com significativo poder para fiscalizar os destinos das obras do PAC, a vitrine de campanha da então candidata Dilma Rousseff, o senador se apresentava como um obstáculo para o governo.
Collor antes e depoisA maçã lhe foi oferecida. O ex-presidente Lula entregou ao senador duas diretorias da BR Distribuidora, uma subsidiária da Petrobras – a diretoria da Rede de Postos de Serviço e a de Operações e Logística. No comando desse feudo, segundo os investigadores, Fernando Collor criou o seu balcão particular de negócios dentro da maior estatal brasileira, o que lhe renderia milhões em dividendos.
Segundo depoimentos colhidos na Lava-Jato, o esquema obedecia a uma lógica simples. As empresas que tinham interesse em assinar contratos com a BR acertavam antes ‘a parte do senador’. Foram dezenas de contratos. A polícia já identificou dois que passaram por esse crivo. Num deles, de 300 milhões, um empresário do ramo de combustíveis pagou a Collor 3 milhões de reais em propinas para viabilizar a compra de uma rede de postos em São Paulo.
A operação foi revelada pelo doleiro Alberto Youssef em acordo de delação premiada. Encarregado de providenciar o suborno ao senador, Youssef fez a entrega de ‘comissões” em dinheiro, depósitos diretos na conta do parlamentar e transferências para uma empresa de fachada que pertence a Collor.
O Lamborghini, até recentemente o único do modelo no Brasil, está em nome da tal empresa, o que fez os investigadores suspeitar que o carro foi bancado com dinheiro desviado da Petrobras. Desde o ano passado, quando explodiu a Operação Lava-Jato e as torneiras da corrupção se fecharam, o IPVA do carro não é pago pelo ex-presidente.
A dívida acumulada é de 250 000 reais. Mas não é desapego do senador. Zeloso, ele só usava o carro para passeios esporádicos a um shopping de Brasília. Quando isso acontecia, o Lamborghini permanecia sob a vigilância de dois seguranças do senador, que fixavam um perímetro de isolamento em torno do veículo para evitar a aproximação dos curiosos.
A frota de luxo de Collor – revela Lauro Jardim, na seção Radar – conta com um Rolls-Royce Phantom 2006, mais exclusivo ainda do que o Lamborghini.”
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20 de junho de 2015

'Uma noite com Brigitte Bardot'

Em 1968, ao encontrar Brigitte Bardot numa noite em Londres, o fotojornalista inglês Ray Bellisario criou coragem para fazer-lhe a proposta com que sonhavam 99 em cada 100 homens: “Venha comigo”. Ela foi. As fotos abaixo, todas inéditas, foram tiradas por Bellisario num único fim de semana e fazem parte da exposição “Brigitte Bardot: 13 Unseen Photographs, London 1968″, em cartaz na galeria londrinaDadiani Fine Art. Publicadas no Huffington Post, as imagens deixam claro por que Brigitte foi a escolhida para estrelar — e tornar-se ao irromper nas telas uma celebridade planetária — um filme chamado “E Deus Criou a Mulher”.


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16 de junho de 2015

'Governo Dilma está pessimista. Acha que vai tomar no TCU' *

Adams Mercadante Dilma CardozoA coluna Painel, da Folha, informa: 

“O vazamento do relatório técnico do TCU (Tribunal de Contas da União) apontando que o governo omitiu R$ 37,1 bilhões em atrasos de repasses do Tesouro em 2014 deixou o governo pessimista quanto ao resultado do julgamento das contas de Dilma Rousseff, que acontece nesta quarta-feira. O discurso de vários ministros passou a ser que o tribunal não tem poder de rejeitar as contas, mas apenas fazer uma ‘recomendação’. A decisão, dizem auxiliares da presidente, cabe ao Congresso.”

Ninguém disse o contrário, mas, quando sente que pode perder uma batalha, o PT trata logo de anunciar que a derrota não é definitiva.

O Congresso nunca rejeitou as contas de um presidente, e os petistas farão o diabo para que “a primeira presidente da mulher” não seja a primeira da lista.

Proporcionalmente, eles têm mais poder no Congresso do que no Tribunal de Contas da União.

Em maio, Dilma havia dito a interlocutores, segundo a coluna Radar: “Vão tentar aprontar contra nós no TCU”, o que, em linguagem petista, quer dizer que poderiam aplicar a Constituição para punir seu crime contra a Lei de Responsabilidade Fiscal conhecido como “pedalada”.

Agora, apesar das manobras petistas, o governo Dilma acha mesmo que vai tomar no TCU.

O Globo informou na segunda-feira que os ministros estavam divididos sobre a decisão de rejeitar ou não as contas maquiadas de 2014.

Cabe à população pressioná-los a rejeitá-las, porque a rejeição abre caminho para um processo contra Dilma e para a retomada da credibilidade do país. Os e-mails dos ministros seguem abaixo para o envio de mensagens que recomendem a decisão certa.

Sim: é só uma ‘recomendação’, porque o TCU que está na reta é o dos brasileiros.

aroldocedraz@tcu.gov.br
nardes@tcu.gov.br
benjaminz@tcu.gov.br
brunodantas@tcu.gov.br
josemucio@tcu.gov.br
rcarreiro@tcu.gov.br
VITALRF@tcu.gov.br
walton@tcu.gov.br
andreua@tcu.gov.br
augustosc@tcu.gov.br
bemquererm@tcu.com.br
weder@tcu.gov.br
anaarraes@tcu.gov.br

* Felipe Moura Brasil ⎯ http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil

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13 de junho de 2015

'Miniaturas do paraíso'

'Convidamos os Amigos & Amigas, a embarcar numa viagem com 21 escalas em casas selecionadas pelo site Awebicz. A série de imagens provam que o paraíso não deve ser medido em metros quadrados. E cabe em qualquer lugar.'

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Casinha isolada (Sérvia)
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Casa no vagão (Inglaterra)
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Casa do Penedo (Portugal)
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Casa de madeira (Estados Unidos)
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Casa bola (Tailândia)
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Casa flutuante (Cingapura)
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Casa na árvore (Japão)
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Casa do Hobbit (Nova Zelândia)
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Casa sustentável (Estados Unidos)
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Casa feita de materiais reciclados (Estados Unidos)
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Casinha estilo forte (Estados Unidos)
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Casa na árvore moderna (Estados Unidos)
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Cabana na floresta (Estados Unidos)
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Casinha escondida no meio do nada (Estados Unidos)
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Casinha com vista para o céu (Estados Unidos)
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Casinha de conto de fadas (Estados Unidos)
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Pequena cabana (Holanda)
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Pequena casa com arquitetura moderna (Japão)
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Outra bela cabana (Estados Unidos)
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Pequena casa que capta energia solar (Suécia)
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Casa sobre rodas (Estados Unidos)

12 de junho de 2015

Lista de deputados que aprovaram vale-transporte para visitantes de bandidos presos, pago com o nosso dinheiro

Minc Freixo
Carlos Minc e Marcelo Freixo: sempre do lado dos bandidos
A pedido dos leitores, consegui a lista dos 38 deputados do Rio de Janeiro que votaram a favor do vale-transporte para visitantes de bandidos presos.
Não: os parentes de suas vítimas não têm direito nem mesmo a vale-transporte para visitá-las no hospital, mas a família inteira terá de pagar, junto ao resto dos cidadãos de bem, a condução dos visitantes daqueles que as roubaram, feriram, espancaram, estupraram e/ou mataram.
Ainda pretendo analisar aqui o discurso picareta do deputado Marcelo Freixo durante a votação, ao anunciar o “sim” de toda a bancada do PSOL, o partido que continua fazendo jus ao seu terrorista fundador.
Por ora, destaco apenas que:
- o deputado Carlos Minc, ex-ministro do Meio Ambiente e notório propagandista da marcha da maconha e da “descriminalização” do usuário, deu a sua colaboração política para os traficantes que lucram com a sua propaganda.
- os deputados Martha Rocha e Zaqueu Teixeira, ambos não apenas delegados e ex-chefes da Polícia Civil, mas também membros da Comissão de Segurança e Assuntos de Polícia da Alerj, já podem ser transferidos para a Comissão de “Direitos Humanos”, onde poderão defender os interesses dos bandidos com maior facilidade.
Transcrevo abaixo a lista dos votantes, conforme anunciada na Assembleia Legislativa do estado, e saúdo os 3 deputados que cumpriram sua obrigação moral votando “não”.
O SR. PRESIDENTE (Wagner Montes) – Proclamo o resultado.
Votaram “sim” os Srs. Deputados:
- Ana Paula Rechuan,
– André Ceciliano,
– Bebeto,
– Benedito Alves,
– Bruno Dauaire,
– Carlos Minc,
– Daniele Guerreiro,
– Dionísio Lins,
– Dr. Julianelli,
– Dr. Sadinoel,
– Edson Albertassi,
– Eliomar Coelho,
– Enfermeira Rejane,
– Fábio Silva,
– Jânio Mendes,
– Jorge Fellipe Netto,
– Luiz Martins,
– Luiz Paulo,
– Luiz Martins,
– Marcelo Freixo,
– Marcelo Simão,
– Márcia Jeovani,
– Martha Rocha,
– Milton Rangel,
– Nelson Gonçalves,
– Paulo Ramos,
– Pedro Augusto,
– Pedro Fernandes,
– Renato Cozzolino,
– Rosenverg Reis,
– Samuel Malafaia,
– Tânia Rodrigues,
– Thiago Pampolha,
– Tia Jú,
– Tio Carlos,
– Wagner Montes,
– Wanderson Nogueira,
– Zaqueu Teixeira,
– Zidan
Votaram “não” os Senhores Deputados:
- Filipe Soares,
– Flavio Bolsonaro,
– Zito.
[Reproduzo o voto de Bolsonaro: "Sr. Presidente, os criminosos têm que pensar um pouco melhor antes de tirarem vidas, de assaltarem, de estuprarem, sequestrarem as pessoas. E, obviamente, nem sempre a ementa do Projeto diz tudo sobre o Projeto. Tenho certeza de que a população do Rio de Janeiro não quer que o dinheiro dos impostos que ela paga seja usado para pagar vale-transporte para familiares e visitantes de presos, tenho convicção de que não quer isso. Então, Sr. Presidente, o preso já custa muito caro para o cidadão. Não temos que arcar com mais essa conta. Espero que esta Casa também não tire dos seus cofres o dinheiro para pagar vale-transporte para os visitantes de presos no Rio de Janeiro. Encaminho o voto contra."]
Total de votos, 41; votos “sim”, 38; votos “não”, 3; abstenção, 0.
O Projeto está aprovado. Vai a Autógrafo.
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9 de junho de 2015

'Nove paradisíacas ilhas brasileiras para curtir a dois no Dia dos Namorados.'

O Brasil tem muito mais que Fernando de Noronha - que ainda assim merece ser visitada. Para comprovar, o Turismo listou outras oito ilhas, fluviais e oceânicas, para você escolher o melhor cenário do seu romance.

Hans von Manteuffel/Divulgação

Sabe aquela velha pergunta: quem você levaria para uma ilha? E se for no Brasil? Com uma imensa extensão territorial, o país abriga ilhas de norte a sul, que são verdadeiros paraísos exuberantes, para quem deseja apreciar paisagens capazes de tirar o fôlego, apenas descansar ou mesmo se divertir e se deliciar com a gastronomia local.

Nem só de Fernando de Noronha vive o Brasil. O arquipélago de Pernambuco foi eleito a 10ª melhor ilha do mundo e a melhor da América do Sul para se visitar, segundo ranking do TripAdvisor. São 17 quilômetros quadrados a 545 quilômetros da costa, formado por 21 ilhas. Para conhecer as belezas naturais desse santuário ecológico é preciso pelo menos cinco dias, de forma a poder aproveitar ao máximo todos os atrativos naturais e passeios de encher os olhos e preencher os sentidos. 

E para quem quer fugir da correria do dia a dia, o isolamento é, sem dúvida, um dos benefícios dessas idílicas porções de terra. O Turismo listou outras oito — menos conhecidas —, com suas peculiaridades e encantos.




Wikimedia/Divulgação

Ilha de Boipeba (BA)
Está localizada no arquipélago de Tinharé, no Baixo Sul da Bahia, e foi eleita pelos turistas do TripAdvisor a segunda melhor ilha da América do Sul. É o local exato para quem busca tranquilidade, não exige muito conforto, regalias ou uma vida noturna agitada. Os visitantes vão poder desfrutar das praias de água morna e transparente, praticar mergulho, percorrer trilhas pela Mata Atlântica e apreciar a gastronomia rica em frutos do mar. Para ir até lá, o visitante pode pegar táxi aéreo direto de Salvador. Outra opção mais em conta é o transporte rodoviário a partir da Ilha de Itaparica até o Vilarejo de Graciosa. No Vilarejo, a travessia é feita em uma lancha rápida até a ilha.





Rodolfo Bourbon/DP/D.A Press

Ilha do Mel (PR)

A ausência de carros e iluminação, dezenas de casinhas simples de alvenaria, pousadinhas, restaurantes e incríveis paisagens naturais chamam a atenção na Ilha do Mel, no litoral do Paraná. São 35 quilômetros de praias, desde a Praia do Farol, mais badalada e preferida pelos surfistas, até a mais deserta, Fortaleza, desejada por quem quer relaxar e curtir a paisagem. Quando cansar da tranquilidade à beira-mar, o turista poderá ainda visitar o Farol das Conchas, a Fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres e seu mirante, a Gruta de Encantadas e o Passa-Passa, em Nova Brasília, que é a parte mais estreita da Ilha do Mel. O acesso à porção de terra é feito por meio de uma embarcação.




Juliana Borre/CB/D.A Press

Ilha Grande (RJ)
Localizada no município de Angra dos Reis, a Ilha Grande é um dos lugares mais encantadores do Rio de Janeiro. São mais de 100 praias, algumas desertas, com águas cristalinas emolduradas por densa vegetação de Mata Atlântica. As principais atrações do local são trilhas que levam aos rios e cachoeiras, spas, grutas, mergulhos (profundidade e snorkeling) e esportes aquáticos. Os passeios de barco, com diferentes roteiros, levam os turistas à Lagoa Azul, ao Saco do Céu, Abraãozinho e à Praia de Lopes Mendes. Para chegar até lá é necessário pegar um barco em Angra dos Reis ou Mangaratiba e desembarcar na Vila do Abraão. Não são permitidos veículos automotores.





Fabio Vicentini/Divulgação

Arquipélago de Abrolhos (BA)

Localizado no litoral sul da Bahia, foi o primeiro lugar do país a receber o título de Parque Nacional Marinho. É formado por cinco ilhas, mas o desembarque de turistas só é permitido na Ilha Siriba. Nela é possível fazer uma trilha de 1,5 quilômetro, aproximadamente, e conhecer formações rochosas, piscinas naturais e os ninhos dos atobás, uma ave comum na região. O principal atrativo do arquipélago, no entanto, está na água. A beleza dos corais e a diversidade da fauna marinha encantam visitantes do mundo inteiro. Entre os meses de julho e novembro, as baleias-jubarte dão verdadeiro show aquático no local, onde só é possível chegar de barco. 




Edilson Rodrigues/CB/D.A Press

Ilhabela (SP)
É um paraíso ao norte do litoral de São Paulo. A Ilha Bela é considerada perfeita para a prática de esportes náuticos. A 198 quilômetros da capital paulista, concentra charmosas pousadas e restaurantes, cafés, lojinhas de artesanato, além de cachoeiras e mais de 40 praias, das mais frequentadas às intocadas e de difícil acesso. A preferida dos surfistas é a Praia do Bonete. Para chegar até ela é preciso enfrentar quatro horas de caminhada leve ou ir de lancha. Para quem quer sossego, a Baía de Castelhanos é a ideal. O acesso se dá por meio de veículos 4×4 que vão percorrer 22 quilômetros de estrada de terra. O agito e a diversão da ilha estão nas badaladas praias do Curral e Perequê, onde estão localizados os bares e casas noturnas do centro do município, conhecido por vila. Só é possível chegar de balsa.




Turismo de Tocantins/Divulgação

Ilha do Bananal (TO)
A Ilha do Bananal desmistifica a afirmação de que os estados da costa brasileira têm ilhas fascinantes. Cercada pelos rios Araguaia e Javaés, é a maior porção de terra fluvial do mundo, com cerca de 20 mil quilômetros quadrados. Tem um dos maiores santuários ecológicos do país e, devido ao ponto de interseção entre os ecossistemas do cerrado e floresta amazônica, apresenta fauna e flora bastante diversificadas. Por isso, é comum encontrar por lá botos, onças-pintadas, tartarugas-da-amazônia, ipês e vegetação típica de matas ciliares e regiões alagadiças. A maior parte da ilha está dividida em duas áreas de reserva ambiental: o Parque Nacional do Araguaia, ao norte, e o Parque Indígena do Araguaia, ao sul, que abriga indígenas das etnias carajás e javaés. De setembro a março, período de chuvas na região, 80% da área da Ilha fica alagada. O barco é o transporte mais adequado para conhecer a região em tempo de estiagem.




Andrews Agostinho/Divulgação

Ilha do Cardoso (SP)
Transformada em Parque Estadual em 1962, a Ilha do Cardoso está localizada no litoral sul de São Paulo, na divisa com o Paraná. Com cerca de 15 mil hectares de Mata Atlântica, tem atrativos naturais voltados tanto para os turistas convencionais quanto para quem não abre mão do turismo de aventura. A paisagem é constituída por praias paradisíacas, costões rochosos, dunas, piscinas naturais, sambaquis, trilhas e cachoeiras. Não há hotéis na ilha. Por outro lado, a comida é excelente e relativamente barata. As comunidades caiçaras, que moram na região, ensinam aos visitantes lições de valorização e respeito à natureza.




Carlos Augusto Lima/Sebrae

Ilha do Caju (MA)
Delta do Parnaíba, que fica entre os estados do Maranhão e Piauí, tem 73 ilhas e ilhotas fluviais, das quais se destaca a belíssima Ilha do Caju. Apesar de pertencer ao Maranhão, o acesso até ela se dá por meio de barcos que partem do município de Parnaíba, no Piauí. Chegando lá, depois de quatro horas de viagem, o turista terá de desembolsar uma taxa no valor de R$ 15 que será destinada à preservação do local e às atividades de ecoturismo. As principais atrações são os passeios de barco nos rios e de caiaque pelos mangues, observação da fauna, trilhas feitas a cavalo ou charrete, dunas, piscinas de água doce e paradisíacas praias fluviais.
http://www.correiobraziliense.com.br/app/outros/ultimas-noticias/63,37,63,52/2015/06/09/interna_turismo,486054/nove-paradisiacas-ilhas-brasileiras-para-curtir-a-dois-no-dia-dos-namorados.shtml

5 de junho de 2015

'PIMENTELÂNDIA – O MUNDO PARALELO DE UM GOVERNADOR, UMA PRIMEIRA-DAMA, UMA ENFERMEIRA E UM INDICIADO POR FORMAÇÃO DE QUADRILHA'

Pimentel e sua ex-assessora, hoje mulher: estranhas coincidências
Fernando Pimentel e sua ex-assessora, hoje mulher: estranhas coincidências
Helena Ventura, a enfermeira petista que não sabe explicar gastos de campanha
Helena Ventura, a enfermeira petista que não sabe explicar gastos de campanha
O leitor fique certo! Há coincidências que só acontecem num mundo paralelo chamado PT. Há personagens que nascem e prosperam à sombra do petismo. Parece que se trata, assim, de uma nova civilização mesmo.
A VEJA desta semana traz uma reportagem de Rodrigo Rangel, Adriano Ceolin e Hugo Marques que mostra como um homem indiciado por formação de quadrilha, que já foi preso e ficou milionário da noite para o dia, se conecta tanto com uma primeira-dama de Estado como com uma humilde enfermeira. Vai ver é esse o socialismo que o PT diz praticar.
Reproduzo abaixo o texto da reportagem. Entre outras coisas, vocês verão que o endereço de uma empresa dessa primeira-dama coincide com o de uma empresa fantasma do tal indiciado por formação de quadrilha. Explicação? Ora, tudo coincidência. Leiam o texto da VEJA.
*
As duas mulheres que aparecem nesta reportagem não se conhecem. Carolina de Oliveira é jornalista. Cresceu na periferia de Brasília e hoje é a primeira-dama de Minas Gerais. Helena Maria de Sousa, ou Helena Ventura, como também é conhecida, mora em Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte, é enfermeira da rede pública de saúde e se candidatou a deputada estadual nas últimas eleições pelo PT.
Apesar das trajetórias aparentemente distintas, as duas são suspeitas de envolvimento no mais recente escândalo de corrupção investigado pela Polícia Federal. Ambas, cada uma à sua maneira, estão conectadas a Benedito de Oliveira Neto, o Bené, empresário de Brasília que, na última década, fez fortuna como parceiro do governo federal, teve como cliente a campanha da presidente Dilma Rousseff, foi preso e está indiciado por formação de quadrilha.
O acaso levou Carolina a Bené. Formada em comunicação, ela trabalhou numa empresa que prestava serviços ao então prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel. Logo, foi promovida a assessora pessoal dele – e não se separaram mais. Em 2010, Pimentel foi indicado para coordenar a campanha presidencial de Dilma Rousseff.
Carol o acompanhou. O prefeito delegou a Benedito de Oliveira, seu amigo, a montagem do comitê central. Bené alugou a casa e organizou toda a infraestrutura para o início da campanha. Ele era um mero desconhecido, e continuaria nas sombras se não fosse um escândalo que eclodiu antes mesmo do início da campanha. Além de marqueteiros e jornalistas, o empresário contratou para o comitê uma equipe de ex-policiais e arapongas para bisbilhotar a vida de adversários. Revelado por VEJA, o caso provocou o afastamento da dupla Pimentel-Bené do comando da campanha – mas só da campanha.
Eleita, Dilma nomeou Fernando Pimentel para comandar o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O ministro, por sua vez, contratou Carolina como sua assessora no ministério. Ela cuidava dos compromissos oficiais, acompanhava as viagens e estava presente na maioria dos eventos de que ele participava. Em 2012, motivado por rumores, Pimentel recomendou que a assessora deixasse o cargo. A pedido do ministro, ela foi contratada por uma agência que presta serviços ao PT.
Montou a própria empresa, a Oli Comunicação, e, recentemente, oficializou a união com o agora governador Fernando Pimentel. Nesse período, Bené continuou ganhando dinheiro. Foram mais de 500 milhões de reais em contratos superfaturados com o governo. Tudo estaria bem para todos se, no ano passado, Bené não tivesse sido apanhado outra vez com a boca na botija. A polícia apreendeu um avião do empresário com 113 000 reais em dinheiro e documentos que sugeriam que ele repetia na campanha de 2014 o mesmo papel que desempenhara em 2010 – o caixa paralelo que financiava o PT.
As investigações indicam que Bené montou uma ampla rede criminosa envolvendo empresas-fantasma para financiar as campanhas petistas, incluindo a do governador Pimentel. Basicamente, ele superfaturava contratos com o governo e repassava parte do que arrecadava aos partidos através de doações legais, como no petrolão, ou clandestinas, através das empresas-fantasma. Na operação policial que prendeu o empresário, a polícia realizou buscas no apartamento onde Carolina Oliveira morava antes de se mudar para Belo Horizonte. Procurava documentos que mostrassem negócios entre ela e o empresário. A sede da Oli Comunicação estava registrada no mesmo endereço de uma empresa-fantasma de Bené.
É nesse ponto que a história de Carolina converge com a de Helena Ventura. Sindicalista e filiada ao PT, a enfermeira disputou três eleições. Foi candidata a deputada federal em 2010, a vereadora em 2012 e, no ano passado, tentou uma vaga na Assembleia Legislativa de Minas. Somando o resultado das três eleições, ela teve incríveis 29 votos. Mas o que chamou atenção foi o custo de sua última campanha. Dona de um salário de 2 000 reais, Helena declarou ter gasto 36 280 00o reais com a candidatura. E o mais interessante é que praticamente todo o dinheiro, 36 250 00o reais, foi pago a um único fornecedor – a Gráfica Brasil, cujo proprietário é Benedito de Oliveira. É evidente que existe algo muito estranho nessa história.
Há um grande segredo envolvendo esses personagens. Segundo um relatório do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais, o dinheiro a ser repassado para a Gráfica Brasil tinha como origem declarada o fundo partidário – a verba que os partidos políticos recebem dos cofres públicos. O PT não quis se pronunciar. A enfermeira disse que desconhece tanto a origem quanto o destino do dinheiro. “Se eu tivesse esse dinheiro, seria eleita com certeza”, afirmou ela ao jornal
Hoje em Dia. Helena também garante que nunca ouviu falar do empresário. Benedito de Oliveira, já solto, disse, por meio de seu advogado, Celso Lemos, que nem sabe quem é Helena. Caroline Oliveira não foi localizada. Seu advogado, Pierpaolo Bottini, informou que a primeira-dama de Minas Gerais mantém apenas relações de amizade com a família de Bené. Negócios? Nenhum. A coincidência de endereços teria sido apenas um grande mal-entendido. O advogado diz que a Oli funcionou num escritório no centro de Brasília até julho de 2014 e, depois disso, uma das empresas de Bené se instalou no mesmo endereço. Por equívoco, alguém se esqueceu de formalizar a mudança. Simples assim.
Por Reinaldo Azevedo